Mrs. “George” Clinton

17:24

No dia das Primárias da Pennsylvania, a Senadora de Nova Iorque, Hillary Clinton, proferiu durante uma entrevista ao programa Good Morning America, a seguinte afirmação: “Eu quero que os iranianos saibam que se eu for presidente, eu atacarei o Irão. (…) Nos próximos 10 anos, durante os quais eles podem considerar o lançamento de um ataque a Israel, nós seríamos capazes de obliterá-los totalmente”.

É um claro sinal das políticas partidárias opostas que, mais uma vez Clinton toma. Já aquando das resoluções Senatoriais, Hillary Clinton votou a favor de uma resolução armada do conflito. Agora, veio retrair o seu voto. Este tem sido um dos estandartes da campanha Obama, devido a Barack ter sido sempre inflexível em relação ao Iraque: fim diplomático e nunca armado.

Agora, um novo alvo: Irão. As constantes provocações dos dirigentes políticos e religiosos deste País já começaram a causar irritação à candidata Democrata. Já ficou o aviso: se for Presidente, atacará em grande escala o vizinho do Iraque. Resta-nos esperar e ver se o eleitorado americano deseja a Paz ou ainda a Guerra.

O destino de Clinton nestas Primárias enfrenta hoje mais uma dura etapa. Ou se fica por aqui ou prolonga o seu possível sofrimento, visto que Obama continua a aumentar a sua vantagem.

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A Presidência Bush

14:26

As políticas socio-económicas das Administrações Republicanas estão marcadas, desde Nixon, de crises. É quase seguro afirmar que Eisenhower foi o último Republicano a terminar o seu mandato com um índice de popularidade superior ou igual ao que iniciou mandato.

George W. Bush: um mau Presidente ou um membro influenciável? Walker Bush foi Governador do Texas de 1995 a 2000, tendo sido considerado um sucesso. Qual a razão para uma série de más decisões e comentários aquando da sua Presidência? Desde Karl Rove a Dick Cheney, aos escândalos com o General Powell, Condoleza Rice e outros membros da sua Administração, é seguro afirmar que existe um padrão que demonstra a fraca personalidade e posição deste Presidente. Cedeu às pressões dos Lobbies? Sim.

Geriu mal a questão da Guerra? Óbvio, mas porquê? A economia americana é gerada através de uma balança comercial extremamente frágil e sempre negativa, apenas ligeiramente igualada aquando da entrada em acção em larga escala das Indústrias de Guerra. Terá sido esse o motivo? Mesmo assim, mesmo após os dados positivos de crescimento de 2001 até 2005, graças ao rearmamento das tropas norte-americanas no Afeganistão e Iraque, os Estados Unidos da América estão à beira da crise.

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