O Politicamente Politizado está temporariamente desactivado.

Publicamos de novo em breve !

Alterações ao Orçamento de Estado

00:34

Porque razão é que a iniciativa legislativa não pode implicar alterações que envolvam, no ano económico em curso, aumento das despesas ou diminuição das receitas do estado previstas no orçamento?

O Orçamento tem como objectivo principal discriminar as receitas e despesas do Estado, incluindo as dos fundos e serviços autónomos , bem como o orçamento da Segurança Social . Elaborado pelo Governo e discutido e revisto na Assembleia da República por todas as bancadas parlamentares, este Orçamento, que visa a gestão socioeconómica de Portugal durante o ano fiscal seguinte, redigido com o objectivo de alcançar uma harmonia com as grandes opções em matéria de planeamento e tendo em conta as obrigações decorrentes de lei ou de contrato.

Como expresso na Constituição em relação às iniciativas legislativas que afectam o Orçamento de Estado, não é possível aumentar as suas despesas nem diminuir as suas receitas durante o ano fiscal em curso, por um simples motivo: estabilidade e ordem fiscal. O Orçamento de Estado tem, por imperativo nacional e do bem-estar dos cidadãos, de seguir uma rigidez de conduta similar à Constituição.

A Constituição da República Portuguesa tem, como tempo de revisão ordinário, um período mínimo de 5 anos, para que as alterações realizadas tenham oportunidade de vigorar em toda a sua extensão. Se o Orçamento de Estado tivesse capacidade de ser mais flexível, em casos de não existir uma maioria absoluta partidária, este poderia ser tornado num instrumento político de propaganda, o que iria contra os interesses dos cidadãos, da economia nacional e de todo o aparelho de Estado. A baixa de impostos com fins propagandistas, o aumento de subsídios com fins mais parciais, entre tantos outros cenários que poderiam destabilizar todo o aparelho, o que teria consequências em todas as vertentes do Estado, tanto no Poder local como central.

É necessário conversar o aspecto puramente económico e financeiro deste instrumento, sem o tornar numa arma política, visto que é o Orçamento de Estado que gere também os fundos, subsídios, orçamentos, Autarquias, Juntas, Ministérios e todos os serviços que o Estado procura oferecer na demanda do bem-estar e conforto, bem como prosperidade, nacional.

Partilhar: These icons link to social bookmarking sites where readers can share and discover new web pages.
  • Digg
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Google
  • Live
  • Technorati
  • TwitThis
  • StumbleUpon
  • e-mail

Hipermercados Abertos - Aprovado

13:09

A Assembleia da República, sob proposta do Partido Social Democrata, aprova a Lei que define e regula as aberturas dos Hipermercados durante os Domingos e Feriados, passando a “bola” para as Autarquias, que decidem caso a caso. Esta decisão vem aumentar a preocupação dos comerciantes mais locais, vendo os seus negócios cada vez mais em risco. Será mesmo necessário ter estes estabelecimentos abertos durante os Domingos e Feriados? Não há outra altura para as pessoas fazerem compras… talvez os restantes 6 dias que cada semana tem ou até Domingos e Feriados de manhã? A facturação é importante… para os hipermercados.

É necessário analisar agora, até que ponto é preferível o comodismo em detrimento dos vários postos de trabalho em comércio designado como tradicional ou local. É um facto que as grandes superfícies estão a possibilitar um nível de vida mais confortável e flexível, mas até que ponto isso é benéfico? É necessário uma análise mais profunda para apurar as necessidades de cada município face às grandes superfícies e o impacto no restante comércio. Falta agora a publicação em Diário da República.

Partilhar: These icons link to social bookmarking sites where readers can share and discover new web pages.
  • Digg
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Google
  • Live
  • Technorati
  • TwitThis
  • StumbleUpon
  • e-mail

Recentes »