Quatro anos de governação de José Sócrates!
21 de Abril de 2009 às 11:11A governação do Partido Socialista nestes últimos quatro anos tem sido de grandes medidas positivas, e nunca é demais relembrar os grandes destaques do governo de José Sócrates, como o “SIMPLEX”, o Tratado de Lisboa, a Lei do Aborto aprovada, o Cartão do Cidadão, Programa de Novas Oportunidades, Complemento Solidário para idosos, e até mesmo o tão polémico “Magalhães” o primeiro computador português, entre muitos outros destaques que poderiam ser referidos aqui.
O Partido Socialista é sem dúvida alguma até hoje a única força política estável e unida, é um partido que estará sempre associado à determinação e ao rigor. José Sócrates revelou-se um Primeiro-Ministro com garra, coragem, e muita capacidade de decisão, nunca fraquejou, nem mesmo as grandes manifestações nas ruas o fizeram recuar.
Com as eleições à porta parece-me mais que justo relembrar o desempenho do actual Primeiro-Ministro, durante quatro anos as lutas diárias por um Portugal melhor, e por um país inovador. Acredito que os portugueses não esquecerão estes quatro anos de diversas mudanças e de um brilhante trabalho, e optarão por mais um mandato de grande governacão.

Será que depois de Durão Barroso e Santana Lopes, tivemos finalmente a sensação de que o país foi governado? Parece-me que sim!
PS A Força da Mudança!
Formação Autárquica JS – Res Publica
19 de Abril de 2009 às 22:06O seminário de formação Autárquica, organizado pela Juventude Socialista em parceria com a fundação Res Publica realizado no passado dia 18 e 19 de Abril em Oeiras, foi interessante, produtivo e sem dúvida que irá ser proveitoso.
Os cinco módulos dados pelos convidados: José Augusto de Carvalho, Isabel Cabaço Antunes, João Serrano, Jorge Reis Martins, contaram com a atenção e ousadia natural de cerca de 80 jovens que participaram ao longo de todo o fim-de-semana nesta formação que abrangeu matérias como: Administração Autárquica, Finanças das Autarquias Locais e Técnicas de Comunicação Oral entre outras.
Esta formação foi feita com o intuito de ensinar aos jovens as competências necessárias para serem politicamente activos nas suas autarquias e assumirem papéis de destaque na política dos seus concelhos. Este tipo de iniciativas são importantes para darmos as ferramentas necessárias aos jovens e para que estes possam ser levados a sério nas suas juntas e freguesia e câmaras de todo o país.
É de louvar e pessoalmente espero que se organizem mais formações com temáticas tão interessantes como esta.
Seminário de Formação Autárquica
18 de Abril de 2009 às 10:31A Juventude Socialista e a Fundação Res Publica realizam este fim-de-semana, em Oeiras, um seminário com o objectivo de formar os jovens quadros da JS em políticas autárquicas, preparando-os para os confrontos políticos que se avizinham.

A formação de Oeiras, contando com cerca de 80 jovens socialistas, irá contar com a presença de Marcos Perestrello, membro do Secretariado Nacional do Partido Socialista, e Augusto Carvalho, da Fundação da Res Publica.
Vamos navegar?
15 de Abril de 2009 às 16:58Confesso que, quando me abordaram para a colaboração num blog, senti o convite como um barquinho numa forte tempestade. No mundo da blogosfera, impera a visão dos (tubarões) colunáveis e as opiniões dos comuns peixinhos tendem a ser desviadas da leitura dos internautas, como se a débil madeira, retomando a analogia do barquinho, cedesse à inundação por posições mais visíveis.

De facto, o projecto extravasa a importância que nos possam dar e localiza-se na envolvência que queremos incutir a quem ler as palavras que aqui nadarem. Como jovem socialista e perspectivando a pujança da juventude como um sinal de mudança, dir-te-ei para pensares sempre que o teu barco só vai pela maré que tu decidas atravessar. O meu barco nasceu neste texto e espero que o teu se edifique celeremente, para que saibamos conjuntamente valorizar a imponência de um cruzeiro, a velocidade de um iate e a força viva de barcos mais vulgares. E, independentemente dos outros marinheiros que auxiliem ou te enfrentem, és tu que constróis o teu barco e o conduzes, és tu que ditas a água em que te queres situar. E afinal, “há mais marés que marinheiros, não é assim”?
Então, vamos navegar?
Sobreviver não é viver…
14 de Abril de 2009 às 12:39Eutanásia é a prática pela qual se abrevia a vida de um enfermo incurável de maneira controlada e assistida por um especialista.
Existem dois tipos de eutanásia: A “eutanásia activa” é planeado e negociado entre o doente e o profissional que vai levar a termo o acto de por fim à vida, e a ”eutanásia passiva” que não provoca deliberadamente o fim à vida, mas com o passar do tempo, conjuntamente com a interrupção de todos e quaisquer cuidados médicos, farmacológicos ou outros, o doente acaba por falecer.
Na minha opinião o doente deve ter a possibilidade de escolher entre pôr fim ao sofrimento, ou ir “sobrevivendo”.
Eu acredito que a eutanásia, seja o caminho para evitar a dor e o sofrimento de pessoas em fase terminal ou sem qualidade de vida. Quando uma pessoa passa a ser prisioneira do seu próprio corpo, o medo de ficar só, de ser um “fardo”, e depender sempre de alguém para “tudo”, não é modo de vida, é desgastante e de um enorme sofrimento viver assim, tanto para o doente, como para os seus familiares e amigos.
Sabendo que no fundo tudo terminará com a morte lenta e delorosa, porque a eutanásia é ilegal, e segundo as leis todos temos de viver seja lá de que maneira for…
Ana Marta Silveira
Se Newton fosse Político…
13 de Abril de 2009 às 11:05“Para cada acção há uma reacção” Sir Isaac Newton. Esta é talvez, uma das verdades incontestáveis do Universo. E o interessante é que podemos aplicar a terceira lei de Newton a praticamente tudo! Pois bem… Decidi que hoje a ia aplicar à política, aos jovens e aparentemente à sua relação de desinteresse mútuo.
Existem estudos que apontam os media como uma das causas deste desprendimento político. O facto de hoje em dia os meios de comunicação (particularmente a televisão) terem um importante papel na educação dos jovens e na formação da opinião pública, e o facto do conteúdo televisivo ser pouco pedagógico (dando-se muita importância às séries televisivas de carácter fútil e superficial) fazem com que talvez essa seja umas das causas dos jovens não se preocuparem com o panorama político. Porém, a descredibilização dos dirigentes políticos e da própria política em si faz também com que a relação entre os jovens e esta não seja das melhores. Não posso deixar de me referir também aos pais e à sua função enquanto pedagogos. O interesse de um jovem sobre as causas sociais não é ganho de um dia para o outro, é uma aprendizagem feita em conjunto com os progenitores desde cedo até com uma simples conversa ao jantar sobre a actualidade.
Sejamos sinceros, as associações de estudantes do ensino secundário não têm o mesmo peso e valor que tinham há uns anos, sobretudo pelos seus dirigentes acharem que o movimento associativo e a mobilização estudantil é coisa do passado e que uma associação serve apenas para organizar festas.
A política deve chegar aos jovens de forma imperativa e cativa-los, demonstrando-lhes o quão nobre a verdadeira política é.
Newton tinha razão sobre aquela coisa das acções desencadearem reacções. Desinteresse da política pelos jovens = Desinteresse dos jovens pela política.
Talvez a solução seja aplicar um pouco de física às “politiquices”
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Igor Carvalho
Congresso Nacional da JS
18 de Julho de 2008 às 13:00A Juventude Socialista inicia mais um congresso amanhã na Alfândega do Porto. Durante três dias, delegados de todo o País e Ilhas irão discutir várias moções sobre os temas da actualidade, eleger um novo Secretário-Geral da Juventude, aprovar novo estatutos e aprovar uma Moção de Estratégia Global.

O Congresso culmina no Domingo com as intervenções do actual Secretário-Geral da JS Pedro Nuno Santos, e do Secretário-Geral do PS José Sócrates.
Separação da Igreja e do Estado? Ah ah!
15 de Junho de 2008 às 20:52Estava a ler uma notícia num jornal bem nacional e deparei-me com esta imagem na edição online. Se repararmos no canto superior direito desta sala de aula temos uma Cruz. Depois reparei noutro detalhe: a fotografia é a cores e, pelo vestuário, bem recente, logo não pode ser uma sala de aula do Estado Novo… Então o que se passa aqui?

A separação da Igreja e do Estado ocorreu já lá vão alguns anos. A disciplina de Religião e Moral já não é mandatória, mas, ao assegurarmos que imagens destas continuem presentes no dia-a-dia dos nossos estudantes não só impedimos a total separação e liberdade religiosa como discriminamos os imigrantes e membros de outras comunidades religiosas e culturais.











